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Contava a Carla Afonso, hoje ao fim do dia, na apresentação de um Curso de PNL a que vai dar início — e a propósito do valor desta ferramenta para o desenvolvimento individual –, este pequeno diálogo que, para além da sua importância para quem dele participou, pode bem ser um excelente motivo para a reflexão de quem quer que seja, e, por isso, aqui vão:

PRIMEIRO – O diálogo:

“… a dada altura de uma sessão disse-me @ Cliente:

– Ah… porque eu sou muito just@ com as pessoas da minha equipa! Não deixo passar nada que esteja feito de modo desleixado…

– E, se o trabalho for bem feito: o que é que faz?

– Nada! Só estão a fazer o que é esperado deles…

– Mas, desculpe-me interromper, não disse que era muito just@? A Justiça não é representada por dois pratos numa balança? Se só está a pôr ingredientes de um lado, onde está o equilíbrio da balança? Estará a ser just@? Mesmo just@?

Nesse momento @ Cliente endireitou-se na cadeira, subitamente, e, após uns breves instantes de reacção — tronco elevado, costas direitas, cabeça levantada, braços dobrados em ângulo recto –, deixou-se cair nas costas da cadeira, baixou os braços, a cabeça e o tom de voz, e disse:

– Pois é!… Tenho mesmo que trabalhar esta minha forma de actuar…

justiça é cega e vê

(A Justiça é Cega e Vê… – ditado popular Português)

DEPOIS – as coordenadas da minha própria reflexão [recebi a ‘luz’ e, por isso, reflicto-a em função das minhas condições de ‘espelho’ – mais ou menos baço, mais ou menos inclinado… (consoante os meus pre-conceitos, portanto)]*:

Todos os ingredientes que participam de um qualquer preparado, devem estar na dose certa, não é…?

Para que o meu arroz thai saia como eu gosto, tenho que ter atenção não só à dose de arroz, mas muito à quantidade de manteiga em que o vou passar (e se o deixar ali um bocadinho de tempo a mais, o pobre do arroz frita, ou estorrica-se… e estraga-se), à quantidade da água, do sal e dos outros temperos que uso (não digo agora quais são… que tenho que guardar alguns segredos, está bem…?!? 😉 ), que lhe vão apurar o gosto e dar outra vida*… se usados na dose certa (se não, ou provocam desconsolo, ou enjoam quem os venha a experimentar*…).

Neste caso não tenho que ter uma balança com dois pratos… porque há ingredientes de que vou usar grande quantidade e outros muito menos. Preciso, no entanto, de medir cada um de per se, para ter um produto final completo e rico.

Balança_01

(olha… afinal só tem um prato esta…; oh… mas tem um braço do outro lado com um contra-peso… Pois! É mesmo fundamental o equilíbrio…)

Um colaborador, um membro da equipa, está sempre a ser preparado, já reparou? Continuamente… num processo que o ajude a ser melhor, mais eficiente, mais eficaz, e isto tudo para produzir os melhores resultados para a equipa e para @s seus Clientes (da equipa).

…………………………………………………………………………………………………………………….

Aqui que ninguém nos vê, deixe-me perguntar-lhe uma coisa:

Gosta de receber um elogio?

__ __ __ __ __ !

(Deixei aqui acima espaço para a sua resposta: pode usar — e espero bem que use! — as cinco letras…)

… é que sabe uma coisa?!?:

Os seus colaboradores TAMBÉM!

………………………………………………………………………………………….

NOTAS:

(consoante os meus pre-conceitos, portanto)]* — ou seja, o que passo a dar é a minha opinião, simples e só.

outra vida* = outra força = outra energia

quem os venha a experimentar* — atenção que estes de que aqui se fala já são @s Clientes!

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