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Desde miúdo que acredito na COLABORAÇÃO como ÚNICO modo de fazer crescer seja o que for. Relembro um dos meus ‘princípios’:

‘Se queres um ano de prosperidade, faz crescer grão;

Se queres dez anos de prosperidade, faz crescer árvores;

Se queres uma vida próspera, faz crescer PESSOAS’

(provérbio chinês)

Esta ‘Breve História…’ começa em função de duas situações negativas, consideradas por muitos como adversidades incontornáveis:

A minha própria desocupação, por um lado, tornado que me vejo em ‘obsoleto’ em função do meu CV; a morte física de alguém que nunca conheci pessoalmente – Dr. Magalhães Pinto, ex-quadro do BPA, cujas crónicas semanais seguia com atenção no jornal Vida Económica, irmão mais velho de dois colegas e amigos (o José e o Jorge Figueiredo da Rocha) com que tive o privilégio de partilhar a mais importante das minhas experiências profissionais, na AMBAR – Américo Barbosa – Complexo Industrial Gráfico, Lda (escrevo assim, o nome completo, até para que se perceba que nada tem a ver com a actual… e para reforçar a ideia de: um sonho individual inicial de alguém que, pelo que a seguir promove, merece referência individual; mas simultaneamente, um complexo suportado em COLABORAÇÃO activa e focado num interesse comum, com resultados vantajosos para cada um dos seus ‘construtores’ e dos futuros beneficiários da ‘complexidade’ dos produtos fabricados ali) -, por outro.

Se a minha orientação foi sempre focada na geração de novos BENS (leia-se, melhoria das componentes da vida dos indivíduos, em todos os seus aspectos, elevando cada ‘proprietário’ à melhor das condições para realizar o seu potencial de SER SOCIAL), revia nos escritos de Magalhães Pinto os mesmos princípios. Senti que, como no caso de PESSOAS como, por exemplo, o meu próprio PAI, Gonçalo Alberto de Sousa Oliveira Cochofel – que me ensinou TUDO o que fez de mim o que sou -, poderia deixar de perceber a existência do seu corpo, mas não podia deixar de, enquanto o meu próprio corpo esteja activo, fazer VIVAS as suas ideias, os seus ideais, fazendo assim com que os seus nomes não sejam, tão cedo, esquecidos.

Ao sair do funeral de Magalhães Pinto dirigi-me, então, à Universidade Católica, pólo da Foz, no Porto, para apresentar uma ideia de ECONOMIA COLABORATIVA (não exactamente Economia Social…), que lhe queria e QUERO DEDICAR, e procurar apoio de outros para o seu desenvolvimento. Há quem plante uma árvore, ou um canteiro de flores, em memória de alguém querido que desaparece; eu planto Ideias (já me chamaram, e eu gostei, ‘Jardineiro das Ideias’): tal como aquelas árvores ou flores, as Ideias podem não ‘vingar’, mas, quando ‘vingam’…!!!

Chamei-lhe (a tal ideia) ‘Partilha de Braços/Partilha de Terras’ e consistia  em:

1. Procurar outros ‘desocupados’ que, tal como eu, se sentissem de fora das oportunidades de emprego que o actual mundo gera – tornada a sua profissão obsoleta pelo desenvolvimento da técnica ou da oferta de mão-de-obra em outros pontos do planeta -, e que estivessem dispostos a aprender técnicas de produção agrícola, para aproveitarmos os terrenos que, a uma distância não superior a 1 km de cada auto-estrada ou limite de cidade, vila ou aldeia, constatamos que deixaram de ser trabalhados por falta de ‘braços’;

2. Procurar, com o apoio das Juntas de Freguesia, terrenos abandonados pelos seus donos – a maior parte das vezes ainda residentes, em quase miséria, em casas ali mesmo situadas – que, porque sós – em função da partida dos filhos e familiares – já nem apanham e aproveitam as pêras ou as maçãs que as árvores do seu terreno lhe oferecem;

3. Criar um protocolo, integrando eventualmente a Junta de Freguesia a que corresponde o terreno, como ‘Assistente’, que regulasse a sinergia criada, potenciando a noção de Ganhar-Ganhar-Ganhar-Ganhar (em inglês usa-se muito a expressão Win-Win, que, na minha opinião é muito curta: se só ganho eu, vendedor, e o meu fornecedor, o que é que pode interessar ao consumidor final o que eu lhe proporciono? E àqueles que vão beneficiar com a satisfação do meu cliente final – que vai fazer perceber que está satisfeito e saber dizer o porquê -, nomeadamente: eu – que vou poder vender mais; o meu fornecedor -que me vai vender mais a mim; e os amigos chegados do meu Cliente final que vão ficar satisfeitos; e os amigos chegados dos amigos chegados do meu Cliente final; e… (já imaginam as ondas que isto provoca e não me quero tornar maçador com esta VERDADE!).

Falei com a responsável pelo serviço de inovação social da Instituição – que ficou com um novo brilho nos olhos no momento da exposição, mas… – que me disse que aquela ideia, que sentiu como muito interessante, caberia melhor no núcleo da Universidade Católica dedicada à Biotecnologia.

Forneceu-me o nome do contacto privilegiado para tal assunto, e lá fui eu. A Ex.ma Senhora Engenheira, indicada como contacto certo, estava ocupadíssima, pediu-me que deixasse o meu contacto (isto tudo aconteceu em meados de 2011) e que me contactaria um destes dias. Sabendo como sei que a expressão ‘um destes dias’ se refere aos dias em que o meu corpo esteja activo e presente, e sendo um optimista, ainda estou à espera da chamada telefónica ou do correio electrónico que solicite a apresentação formal…

Uns dias mais tarde, a Responsável pela Inovação Social da Universidade católica, pólo da Foz, com que tinha falado inicialmente, ligou-me para me perguntar se eu estaria interessado em fazer parte do ‘corpo docente’ (nome demasiado pomposo, mas, por falta de outro…) de uma Universidade Sénior que um outro membro daquela Universidade projectava criar na Trofa, no âmbito da iniciativa do movimento Rotário para a criação de condições de vida mais activa para os ‘seniores’. Respondi logo que ‘SIM!’. Ela, então, forneceu-me o contacto directo com o Senhor Engenheiro Miguel Tato Diogo, liguei-lhe, e estou com a Universidade Sénior Rotary da Trofa desde o dia -1.

Não sendo fundamental falar aqui disto, vale a pena referir que o crescimento em número dos ‘alunos’ fez com que se tornasse necessário mais espaço para o desenvolvimento da actividade neste que é o 2º ano da sua existência. Devo referir, aqui e agora, que as instalações da Universidade foram cedidas gratuitamente pela Associação Humanitária dos Bombeiros da Trofa, e consistiam inicialmente de uma única sala, multi-funcional, e que este ano, num novo gesto de enorme bondade – humanitária, de facto – nos foram cedidos mais dois espaços, cada um deles maior – pelo dobro, pelo menos – do que aquela anterior salita (não é pequena, mas à vista das novas…).

Vem isto a propósito de um novo momento que considero extremamente importante para o projecto que agora nasce: na inauguração das novas instalações, tivemos uma apresentação – brilhante, pelo brilho que colocou nos olhos de tantos assistentes e emanava do próprio orador (Engº Barbedo de Magalhães) – dedicada aos NOVOS PARADIGMAS DE MODELO SOCIAL em que se apelava à interconexão das várias gerações. Uma das participantes no debate que se seguiu indicou ser a Responsável pela Creche que há uns anos foi criada, e tem sido apoiada e desenvolvida, pela Associação Humanitária que nos alberga, também, a nós…

Na minha primeira sessão do ano, apresentei como fio condutor para as nossas sessões o seguinte tema:

‘A FELICIDADE depende do número de projectos em que estamos envolvidos. Vamos GERAR PROJECTOS?’

Tal primeira sessão foi dedicada às apresentações das ‘novas caras’ que se nos juntaram e à discussão sobre o tema proposto – se era ou não verificável; se era ou não interessante; mas deu-se também início a um processo de produção de ideias sobre como conjugar esta nova situação: somos seniores;  há crianças aqui ao lado; que podemos fazer para estruturar projectos em conjunto?

A ideia que ficou mais claramente apoiada foi a que apontava para actividades educativas em conjunto, já que se parte do princípio de que a educação nos pode levar mais longe e, ao fazê-lo bem nos primeiros anos de vida, vamos estar a proporcionar o advento de gerações mais preparadas para reconhecer o valor do inter-relacionamento entre novos e menos novos, e aproveitar tal valor acrescentado para um desenvolvimento dos BENS de cada um e da vida na sua totalidade. Por outro lado entende-se que:

‘O bom gosto, ou as boas maneiras, não se discutem: educam-se!’

(esta frase – e refiro-o porque não surgiu de interacções havidas neste processo, por um lado e entendo que as boas citações devem ser acompanhadas pela respectiva autoria conhecida – foi ouvida por mim quando proferida pelo meu amigo Arquitecto Tiago Arêde Júdice)

Uma das ideias apontava outras que, no decurso do ano lectivo passado, tínhamos formulado: fazer uma actividade, em conjunto agora com as crianças, que lhes demonstrasse porque é que ‘trabalhar é importante’; que era ‘giro’, por exemplo, plantar uma horta em conjunto – em pares: um mentor sénior com o seu ‘protegido’ -, aproveitando assim para mostrar como a vida nasce, cresce e se desenvolve e porque temos que ter atenção e cuidados com cada vida que conheçamos, começando pela nossa, para além de produzir alimentos que possam ser integrados na alimentação de tais crianças e na de idosos de outra instituição do Concelho.

‘Boa ideia! (Partilha de Braços… saltou-me logo para a primeira fila dos pensamentos que me gritavam) … mas falta o terreno, para se conseguir isso. Querem pensar em soluções para encontrarmos tal terreno?’ terei dito…

(as sessões não são gravadas, pelo que não é possível determinar com exactidão as palavras que proferi…)

Na sessão seguinte, olhos brilhantes, face apaixonada (pela ideia, entenda-se!), ALAÍDE, uma das participantes nas sessões que promovo (chamaram-lhe TERTÚLIAS, ontem, e eu adorei o nome…), veio ter comigo e disse-me:

‘Luís: estive a falar com os meus irmãos sobre a ideia que discutimos aqui e quero que saiba que temos um terreno naquelas condições de que se falava – que não está a ser aproveitado – que podemos ceder ao projecto…’

Apresentei a oferta aos restantes e entretivemo-nos a discutir as possibilidades e as barreiras… e há muitas barreiras a ultrapassar!

Ainda assim, discutíamos já o que aquilo podia proporcionar: sonhávamos em conjunto.

Na passada 6ª feira, dia 26 de Outubro de 2012, apresentei, em reunião de ‘docentes’, a possibilidade. Resultado?

APOIO incondicional de quem a escutou!!! (há pessoas que, em determinados momentos, ouvem, mas não ESCUTAM!)

Fomos ontem visitar o terreno com o ‘reitor’ da Universidade (mais entusiasmado do que eu!) e a Alayde.

Eu já tinha adaptado a minha ideia inicial: do ‘frio’ Partilha de Braços/Partilha de Terras, tinha passado a um, mais ‘quente’, P3 – Partilha de Braços/Partilha de Terras/Partilha de Afectos. E disse-o.

Fomos recebidos pelo entusiasmado irmão da Alaíde, o ABEL, que nos mostrou cada detalhe e nos surpreendeu com a informação de que ‘os irmãos NÃO QUEREM NADA EM TROCA!’ – eu previra repartir a produção em 3 partes: 33% para o dono do terreno; 33% para a Creche; 33% para outras IPSS a designar -, mas, tão-só que esta ideia avance e proporcione FELICIDADE a todos os envolvidos ou àqueles que venham a beneficiar com o seu produto.

Aqui, disse a Alaíde: ‘Tenho a certeza de que os meus PAIS, e todos os familiares nossos que já partiram, estão neste momento muito FELIZES, e o vão estar eternamente, só por causa desta possibilidade!’

… (as minhas reticências não correspondem a dúvidas, mas, antes, a espaço destinado a viver a emoção que cada conjunto de palavras me sugere!)

Visitamos então o terreno, que não importa descrever (fiz algumas fotografias, é certo, sei a dimensão que medi a ‘olhómetro’, percebo as limitações que tem, mas sei muito bem quais as infinitas POSSIBILIDADES que nos oferece!).

A dado momento, disse o Engº Tato Diogo, olhos brilhantes, face reluzente, sem parecer que isso tivesse a ver com fosse o que fosse que estava a ser dito na conversa que mantínhamos a 4 vozes: ‘Horta dos Afectos…’

Horta dos AFECTOS

HA

‘… que giro – disse eu – já viu que estamos perante uma Alaíde, A, e um Abel, também A, e que podemos, assim acentuar a vogal e dar a este projecto um nome que refere POSSIBILIDADES? HÁ!’

HÁ!

[não consigo, através do wordpress – porque não sei como o fazer -, colocar o sublinhado no A, que representará, assim:

o A – de Afecto;

o sublinhado – a base em que nasce, representando a Alaíde;

o acento tónico – as possibilidades infinitas que sugere o acento que, como num gráfico de crescimento, aponta sempre para cima (tal como farão as plantas que ali vão crescer!), representando o Abel.]

HÁ projecto! HÁ um infinito de possibilidades!

HÁ!

Falta demonstrá-las, AGORA!

Permitam-me mais dois minutos do vosso tempo de leitura para vos fazer saber o seguinte:

A Ana Luísa Oliveira, Arquitecta, ocupada com as sessões de Desenho na Universidade Sénior, mostrou-se desde o primeiro minuto, interessada em participar, com os seus conhecimentos de arquitectura;

A Diana Pimentel, que se ocupa do Espanhol e reparte trabalho de secretariado, licenciada em Comunicação, (que carrega o nome da Deusa da Caça, não por acaso…) ofereceu-se para fazer a Comunicação e Publicidade do projecto;

A Esmeraldina, que coordena o Teatro, quer fazer uma peça em que se juntem crianças e os ‘nossos jovens alunos’; ventilou-se a possibilidade de adaptar ‘O Prinicipezinho’ de Saint-Exuperry;

A Vera Ferreira ainda não sabe, mas foi logo dito pela Diana que ela (Diana – Deusa da Caça!) podia fazer a tradução da Comunicação para Espanhol, e que a Vera ‘de certeza’ que o faria para Inglês…

Falta-nos agora estabelecer as regras de funcionamento, é certo, mas:

HÁ!

Possibilidades, HÁ!

Quando pusermos as PESSOAS a partilhar ideias POSITIVAS, HÁ Possibilidades infinitas!

Tem os seus olhos a brilhar?

FAÇA ACONTECER uma cópia da HÁ! na sua casa (lugar, aldeia, vila ou cidade)!

Partilhe isto, se faz favor (é a HUMANIDADE INTEIRA que lho sugere!).

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13 thoughts on “HÁ! – Breve História do Nascimento de um Projecto

    • Obrigado, mas permita-me que lhe chame a atenção para o FACTO de isto não ser ‘um texto’… Isto é uma crónica de um FACTO! Não se trata, nem de crítica, nem de análise, nem de sonho, nem de romance… Relata FACTOS POSITIVOS QUE ESTÃO A ACONTECER!

  1. Pena que o Governo não tenha pessoas com o seu dom, pela maneira que vê as coisas, como consegue ver o paradoxo da vida, é incrível como escreve e o que escreve, simples e para quem sabe analisar bem o sentido de cada frase, cada virgula, consegue ver para além da escrita…como “eu gosto de ti” pode ser interpretado de mil e umas maneiras…. mas tem que se sentir cada e analisar a curva de cada letra, o conjunto de das palavras e o significado da frase.. Parabéns Luís pela creatividade e fazer da escrita um belo simbolo de humanidade ( as vezes não se consegue exprimir por fala mas sim escrevendo)
    Boa continuação e força pelo seu projecto.

  2. Bom dia Luís,
    Depois de ler atentamente o seu post (e já li alguns…) conclui que o resultado só podia ser o que apresentou. Você faz parte de um conjunto “privilegiado” de pessoas que têm o condão de gerar a mudança, efetivamente. Poderemos alegar que todos temos essa capacidade – cada um influencia o seu círculo – mas você concretiza com sucesso e com amor e é sempre uma delícia acompanhar a liberdade criativa que inspira e promove.
    Bem haja
    Miguel Pereira Fernandes

  3. Luis,
    sempre foste um sonhador! Ainda bem! Precisamos tanto de sonhadores!
    Consegues, à custa de seres persistente e essencialmente coerente contigo próprio, fazer mover o mundo.
    Em certas alturas da nossa longa vida em comum, estivemos muito perto, noutras muito longe…
    Por vezes perturbavas o meu mundo pessoal, fundamentalmente porque te sentia algo alheado da realidade do dia a dia, das coisas que, no meu mundo, eram essenciais. Estás muito mais perto da razão do que eu!
    Apenas uma forte consciência social e a coragem ( ou se preferires “os tomates”) para tentar que funcione, podem fazer mudar esta triste realidade em que vivemos. E acredita que aqui (Moçambique) é bem pior.
    Presumo que muitas vezes te sintas frustado com o “sucesso” de alguns dos teus “sonhos”, mas sei que isso não te fará afastar daquilo que és!
    Estás no caminho certo, estou ( à minha maneira e com todas minhas limitações) contigo.
    Vai em frente, faz mover o mundo…
    Luis

  4. Obrigadíssimo pelo teu comentário, Luís Vaz, principalmente pela forma como, sem demasiada atenção a formalidades, falas do que têm sido as ondas do nosso relacionamento ao longo desta meia dúzia de anos (não são mais do que 45, afinal…).

    É muito bom verificar que, pelo menos, um dos meus amigos de infância ou juventude ainda se dá ao trabalho de dar atenção ao que este ‘falador que não se cala’ resolve dizer.

    Quanto ao resto, o que quero não é ser eu a mudar o mundo (ser o Protagonista): quero é que todo o mundo mude e que cada um dos seus habitantes perceba que pode ser o PROTAGONISTA da sua própria vida e tome parte nessa mudança de forma respeitadora dos outros e da natureza.

    E continuo a achar que é fácil… Dá trabalho, mas é fácil.

    Um grande abraço!

    (Galileu fez-nos saber, há muitos anos, teimoso, que o mundo “Eppur si muove!”…)

  5. Estes tempos de grandes dificuldades, também são tempos de grandes oportunidades.
    Graças a Deus porque ainda há gente com vontade e com capacidade.
    Que Deus o ajude a ajudar outros.

  6. Olá Luis,
    De novo o encontro…por acaso no Link.Não perca o seu precioso tempo a responder á questão / conceito que lhe coloquei. O que acabo de ler “serve-me”, perfeitamente de resposta 🙂 Confiar é ACREDITAR , é sonhar; é amar a vida; é ter fé em nós próprios e no nosso semelhante e, sobretudo, actuar em conformidade. Engraçado, também a mim, carinhosamente, me chamam de sonhadora, de ingénua e de Irmã Teresa de Calcutá….Pois, assim seja, eu assumo. A vida “não me vai passar ao lado”. Não sou uma “mulher de terreno” como o Luis, mas diariamente faço questão de não ” desviar o meu olhar “… perante a triste realidade que nos rodeia. Tive o prazer de trabalhar com algumas pessoas que fazem parte da AMI, seres ´ maravilhosos, verdadeiros ‘mágicos’ .. e também eles “sonham com um mundo melhor”. Ainda, porque amam o ser humano, acreditam e confiam que isso é possível. Não tenho qualquer dúvida de que “querer é poder”.
    Acho brilhante a sua ideia de criar um ‘jardim’ onde crianças e idosos partilham e cultivam o mesmo espaço. Fico feliz por constatar que está rodeado de pessoas que também ACREDITAM e que lhe apoiam.
    Agora, apetece-me dizer… eu confio em si!
    Disponha sempre e …obrigada por ser quem é!
    Bem haja!

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